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É tudo uma questão de educação e de formação: enquanto as pessoas não aprenderem a distinguir entre o belo e o feio, não viverão com verdadeiras obras de arte.
Louis Comfort Tiffany
Partida!
Puro Azul em Pó.
Do pó mais puro se tecem os finíssimos fios da vida e das relações que sustentam aqueles que se julgam vivos. Puro é somente o espaço, nem sequer o tempo. Do pó se constrói o infinito.
E o infinito não cabe a não ser no pensamento. Só existe na medida do humano que não é devir mas movimento. Nas pessoas que não sabem por que existem.
No mais puro desencontro, são os laços quase ténues das palavras que resistem. Esses gritos primevos que ainda conhecemos... mas às vezes em silêncio são esquecidos.
Das línguas antigas herdamos o sentido. A música nasce nas cavernas nuas de quem sofre. Despidos, somos um eco vazio de saudade.
Perdidos na voz que ninguém ouve. A poesia surge sempre no limite. A memória que cede. Uma mão que se afasta. E o silêncio é subitamente azul e mais frio.
Outra mão que morre, uma voz que se ergue para dizer o que nunca anuncia. Que sei eu? Que sabemos nós, aqueles a quem a morte não escolhe? Linhas de tempo a fazer de si próprias o destino…
O caminho que se constrói a caminho. A palavra que se define no gesto que a imita. O acto mais simples. Este é o peso do que somos. Um pequeno curso de água em que a luz se detém e tudo principia.
Para que Deus seja um só e exista.
Sobre os livros, pó. Sobre nós… um rio. Sinuoso atalho por onde correm corpos à deriva. Assim é a arte, o azul dos lábios que murmuram junto às pontes quando existem.
Outros lábios, outros corpos, carregados de pó e de vontade. Na nudez da procura mais sagrada. Profana por ser mais do que a vontade. E viver além dos muros das cidades aonde nunca chega a madrugada.
O que fazemos nunca tem sentido. Só vivemos por não sabermos como havemos de fazer para não mais existirmos. O nada na arte, esse existe.
Mas não que pensamos. Nem o que sentimos. Dos outros queremos mais do que água.
É a sede que neles invejamos, a fome mais antiga que a noite e a vida...esse ínfimo sentido que procuramos até nos dias mais simples. E assim o nosso corpo definha…
Cansado de esperar o milagre do abraço consentido. Do gesto sem memória devolvido. Gasto a procurar a liberdade no silêncio, atrás das portas que se fecham quando, às vezes, as abrimos.
Nos braços cansados de um poema, nada mais do que isto é a vida.
Luis Araújo
AINDA BEM.
Ainda bem que estás aqui, comigo. Que partilhamos dias de lua, noites de verdade (por vezes) crua.
Ainda bem que o tempo não conta nas horas que passo contigo.
Ainda bem que me abraças, forte. Ainda bem que me beijas, doce.
Ainda bem que tenho o teu ombro nos meus crepusculares dias de escombro.
Ainda bem que a distância não conta quando me levas para outros lugares. Ainda bem que quando sei que vens não custa esperar-te chegares.
Ainda bem que a vida nos cruzou. Que a ceifa do Destino se atrasou. Que dançámos juntos nas searas como espigas ao vento em frenesim.
Ainda bem que estás aqui. Ainda bem que me fazes sorrir quando estás ao pé de mim.
Decoração Habitat Acção de Diagnóstico Desenvolvimento Conceptual Criação de Ambientes Estudos Cromáticos Projectos Globais Selecção de Equipamentos Design de Mobiliário Alta Decoração
AZUL em PÓ:
Arte Floral Instalações Ramos de Noiva Quintas e Igrejas Vestidos de Noiva Decoração e Eventos Jardins
Luis Pedro e Sara Cardoso com a equipa técnica espanhola.
Sport Zone
A pimeira loja STZ em Espanha.
A Loja do Gato Preto.
A marca portuguesa no IslAzul.
Braga unida em amor e ódio...
A campanha de lançamento da Matriz Auto foi uma aposta da dupla Elite Decor Machine e Desigual Comunicação.
Espírito conquistador.
E assim fomos erguendo novos mundos... "Olá Capitão!!?".
O Infante.
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce. Deus quis que a Terra fosse toda uma. Que o mar unisse, já não separasse. Sagrou-te e foste desvendando a espuma.
Apoia o regresso da primeira girls band portuguesa, as DOCE, 30 anos que passaram desde a sua formação?
E por falar em Doce, que tal um Bolo de Chocolate?!!!
Bolo Puro de Chocolate!
Receita.
Os Puros deixam aqui a receita de um dos melhores bolos de chocolate do mundo: O Bolo Puro de Chocolate!
400g de chocolate culinário 300g de manteiga com sal 200g de amêndoa bem moída 6 gemas 6 claras 200g de açúcar branco 1 lata leite condensado Morangos Gelado baunilha
Derreta 200g de chocolate culinário em 250g de manteiga com sal e misture bem. Adicione 200g de amêndoa bem moída e misture muito bem. Reserve. Bata 6 gemas em 200g de açúcar branco, até obter um creme esbranquiçado. Junte e misture os dois preparados anteriores para depois o envolver em 6 claras batidas em castelo firme. Disponha em forma untada em manteiga e farinha e leve ao forno previamente aquecido a 170ºC durante 35 a 45 minutos. Deixe arrefecer e só depois desenforme. Cubra com uma mistura de 50g de manteiga derretidos em 200g de chocolate e uma lata pequena de leite condensado. Deixe arrefecer e leve ao frigorífico. Sirva o bolo frio coberto com morangos inteiros, acompanhe com gelado de baunilha Cart D´or, apague as luzes, acenda uma vela e abra um bom vinho tinto. Sem saber o que virá depois, Bem Bom!
Puro Olhar.
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A Puro Azul é:
Decoração Pensante Sobriedade Extravagante Exagero de Sintomas Gosto Inteligente Densidade Visual Minimal e não Minimalista Festival de Sentidos Sensualidade de Texturas Embriagues de Vida Descrição da Luz Protagonismo das Formas
Adopte um cão!
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Que o Mundo É Meu
Quero um cavalo de várias cores, Quero-o depressa, que vou partir. Esperam-me prados com tantas flores, Que só cavalos de várias cores Podem servir.
Quero que as rédeas façam prodígios; Voa, cavalo, galopa mais, Trepa as camadas do céu sem fundo, Rumo àquele ponto, exterior ao mundo, Para onde tendem as catedrais.
Quero uma sela feita de restos Dalguma nuvem que ande no céu. Quero-a evasiva – nimbos e cerros – Sobre os valados, sobre os aterros, Que o mundo é meu.
Quero que as rédeas façam prodígios; Voa, cavalo, galopa mais, Trepa as camadas do céu sem fundo, Rumo àquele ponto exterior ao mundo, Para onde tendem as catedrais.
Deixem que eu parta agora já, Antes que murchem todas as flores. Tenho a loucura, sei o caminho, Mas como posso partir sozinha Sem um cavalo de várias cores?